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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Pipeline



Pipeline é uma técnica de hardware que permite que a CPU realize a busca de uma ou mais instruções além da próxima a ser executada. Estas instruções são colocadas em uma fila dememória dentro do processador (CPU) onde aguardam o momento de serem executadas, só poderá começar quando a outra instrução acabar só assim da sequência ao procedimento.



A técnica de pipeline é semelhante a uma linha de produção de fábrica. Cada instrução de um microprocessador passa por diversas fases até sua execução. Estas fases podem ser:
  • Decodificação
  • Acesso a memória ou aos registradores
  • Processamento aritmético


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Sistemas de arquivos

FAT16

    Compatível com praticamente todos os sistemas operacionais e também dispositivos como câmeras, palmtops, celulares e mp3players.
A versão original do Windows 95 suportava apenas o FAT16, obrigando quem possuía HDs maiores que 2 GB a dividi-los em duas ou mais partições e lidar com o desperdício de espaço causado pelos clusters de 32 KB.






FAT32

    A principal evolução foi o uso de endereços de 32 bits para o endereçamento dos clusters, o que possibilita a criação de partições muito maiores, de até 2 terabytes. Isso foi possível por que o Windows 95 era um sistema de 32 bits, ao contrário do MS-DOS e do Windows 3.1, que eram sistemas de 16 bits.


NTFS

    Clusters usando endereços de 64 bits.
    Como cada setor possui 512 bytes, o tamanho de cada cluster usando NTFS também poderá ser de 512 bytes, independentemente do tamanho da partição.
    O Sistema NTFS é que os nomes de arquivos e pastas utilizam caracteres em Unicode, em vez de ACSII. O ASCII é o sistema onde cada caracter ocupa 1 byte de dados, mas são permitidas apenas letras, números e alguns caracteres especiais. No Unicode, cada caracter ocupa dois bytes, o que permite 65 mil combinações, o suficiente para armazenar caracteres de diversos idiomas. Isso permite que usuários do Japão, China, Taiwan e outros países que não utilizam o alfabeto ocidental, possam criar arquivos usando caracteres do seu próprio idioma, sem a necessidade de instalar drivers e programas adicionais.

Ferramenta de recuperação: CHKDSK






EXT3

    O EXT3 é atualmente o sistema de arquivos mais utilizado no mundo Linux. Usado por padrão pela grande maioria das distribuições.

Ferramenta de recuperação: FSCK


quarta-feira, 17 de julho de 2013

Hardware - Deadlock

Em um deadlock, os processos nunca terminam de executar, e os recursos do sistemas ficam retidos, impedindo que outras tarefas sejam iniciadas.

Condições necessárias para ocorrer:
  • 1. Exclusão mútua: pelo menos um recurso precisa estar retido rm modo não compartilhado.
  • 2. Manter e esperar: um processo precisa estar de posse de pelo menos um recurso e esperando para obter a posso de recursos adicionais que estão em posse de outros processos.
  • 3. Não preempção: Os recursos não podem ser preemptados, ou seja, um recurso só pode ser liberado voluntariamente pelo processo que retém.
  • 4. Espera circular: Conjunto de processos aguardando de forma circular.

Hardware - Ponte Sul e Norte


BIOS - Basic Input Output System

Dentro da memória ROM existem três programas:

  • POST: É o autoteste realizado no micro ao liga-lo (Verifica memória,etc).
  • SEPUT: Programa de configuração da maquina, configura-se por exemplo o tipos de disco e outras opções relacionados ao hardware.
  • CMOS: Tecnologia de circuitos integrados, sinônimo de memória de configuração.

sábado, 13 de julho de 2013

USB - Universal Serial Bus

  • O padrão USB foi desenvolvido por um consórcio de empresas, entre as quais destacam-se: Microsoft, Apple Inc., Hewlett-Packard, NEC, Intel e Agere.
  • UHCI, Universal Host Controller Interface, apoiado majoritariamente pela Intel, que transferia parte do processamento do protocolo para o software (driver), simplificando o controlador eletrônico;
  • OHCI, Open Host Controller Interface, apoiado pela Compaq, Microsoft e National Semiconductor, que transferia a maior parte do esforço para o controlador eletrônico, simplificando o controlador lógico (driver).
Velocidade USB:

  • USB 1.1 - 1,5 Mbps até 12 Mbps de transferência
  • USB 2.0 - 480 Mbps de transferência
  • USB 3.0 - 4.8 Gbps de transferência

 Tipo de conexão o dispositivo USB (A comunicação entre os dispositivos conectados via USB)

  • Bulk: esse tipo é utilizado por dispositivos que lidam com grandes volumes de dados, como impressoras e scanners, por exemplo. O Bulk conta com recursos de detecção de erro para garantir a integridade das informações transmitidas;

  • Control: tipo utilizado para transmissão de parâmetros de controle e configuração do dispositivo;

  • Interrupt: tipo utilizado para dispositivos que transferem poucos dados, como mouses, teclados e joysticks;

  • Isochronous: esse tipo é aplicado em transmissões contínuas, onde os dados são transferidos a todo o momento, razão pela qual não há recursos de detecção de erros, já que isso atrasaria a comunicação. Dispositivos como caixas de som utilizam esse modo.

Memória

Memória cache



Barramentos




PCI
-> barramento interno
-> 32 ou 64 bits
-> de 133 MB/s até 533 MB/s
-> conecta ao computador placas de som, placas de video, placas de rede, modem etc.
-> compartilhado por todos os dispositivos que o utilizam
-> plug and play
-> substituiu o ISA
-> porta paralela

6 níveis do computadores atuais

Segundo Tanenbaum, os computadores atuais são máquinas multinível. Ele definiu 6 níveis, quais são:

  • Nível de lógica digital (nível 0): Neste nível encontra-se a descrição da máquina como uma malha de portas lógicas interconectadas.
  • Nível de Microprogramação (nível 1): Neste nível encontram-se dispositivos e recursos, tais como, ULAs, registradores, decodificadores, multiplexadores, vias de dados, etc. Pode-se dizer também que o nível de microprogramação oferece uma visão detalhada do processador/microprocessador (microarquitetura ou caminho de dados).
  • Nível de máquina convencional (nível 2): Neste nível existe o que normalmente conhecemos como linguagem de máquina. O nível de máquina convencional oferece uma visão da macroarquitetura da máquina (interação do processador/microprocessador com barramentos externos, unidades de memória, dispositivos de I/O, etc).
  • Nível de sistema operacional (nível 3): Este nível é a fronteira entre o hardware e o software. O sistema operacional, normalmente, assume as funções de gerenciar os recursos de hardware e oferecer uma interface simplificada.
  • Nível de linguagem de montagem (nível 4)
  • Nível de linguagem de programação (nível 5): Não há um nome de aceitação geral para este nível, pode ser chamado, como o faz Tanenbaum, de "nível de linguagem orientada para problemas", ou qualquer outro nome que indique que este é um nível de linguagem voltada para o usuário final.
Uma diferença básica entre os níveis 1, 2 e 3, de um lado, e os níveis 4 e 5, de outro, é que, estes últimos, são normalmente suportados por tradução, enquanto que os demais são normalmente suportados por interpretação.

Nivel ISA



Divisão de um computador, segundo Tanenbaum.


RISC X CISC


sábado, 6 de julho de 2013